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Categoria: FORO DE SÃO PAULO
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 A Verdade Sufocada – A História que a esquerda não quer que o Brasil Conheça – Carlos Alberto Brilhante Ustra – 10ª ed.

"(...) Este ano, 2013, ano pré-eleitoral, em junho, manifestações, iniciadas pelo Movimento  Passe Livre, surgiram novamente em São Paulo, exigindo a redução  das passagens, que haviam sido  aumentadas em 20 centavos. Logo as passeatas se espalharam pelo Rio de Janeiro, Minas, Brasília, Rio Grande do Sul e por quase todo o Brasil.
O escândalo do mensalão, os problemas do governo não resolvidos – inflação, saúde, educação, violência e impunidade, obras inacabadas e a continuação da  corrupção – levaram a sociedade a aderir  às manifestações que imaginavam pacíficas. O povo acordou.Há dois meses, os manifestantes chegaram a cerca de 300 mil manifestantes.

 

Mas, a partir do dia 20 de junho, quando uma manifestação inicialmente pacífica terminou em conflito com a Polícia Militar, em frente à Prefeitura do Rio, o número de manifestantes encolheu, e seu  perfil mudou. O ataque ao Congresso e ao Itamaraty, chegando a beirar as imediações do Palácio do Planalto, os quebra-quebras, as depredações de patrimônios públicos e privados assustaram a sociedade que se recolheu, diminuindo muito o número de manifestantes. Agora, não passam de 1.500, mas continuam levando o caos ao país: parando cidades, incendiando ônibus, interrompendo o trânsito, depredando bens públicos e privados. Estradas são fechadas, ônibus, carros e caminhões são incendiados.

Os governadores cederam às reivindicações do Movimento Passe Livre, que, aparentemente, saiu de cena.

As manifestações continuam, é verdade, e parece que a tendência é continuar, pois são vários os grupos que protestam.

Mas quem são esses grupos?

O grupo de manifestantes é  bastante heterogêneo, composto entre outros por Mídia Ninja, Black Blocs, Frente Internacionalista dos Sem Teto (Fist), os Anarcopunks, Anarcofunks e mais discretamente pelo PSol, PSTU, PCR

Para que os leitores tenham idéia do que “pleiteiam na marra “ esses vândalos, doutrinados e dirigidos por grupos preparados em técnicas de guerrilha, vamos descrevê-los sucintamente:

- Os Fists - defendem as invasões dos terrenos e pregam o voto nulo ou a abstenção.

– Os Anarcopunks – são contra o capitalismo, o comércio, a mídia, o consumismo e a religião. Seu líder é Arthur dos Anjos Nunes , artesão, 21 anos, foragido por ter prisão preventiva  ao ser flagrado tentando invadir a Assembléia Legislativa do RJ;

– Os Anarcofunks – apresentam-se vestidos de palhaços, mascarados e com um megafone.

Cantam funks falando que “a polícia joga spray de pimenta que rima com arrebenta”.

– O Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) também protesta e se diz um grupo compacto. O MEPR cortou relações com a UNE e com a UBES, mas a reivindicação não pede melhoria na educação.

– O Movimento ocupa Cabral - a líder é Luiza Dreyer. A manifestação, no estilo acampamento, requer, por exemplo, pedidos de ajuda, via web.

Nos últimos dias, pedidos como esses foram atendidos, entre outros, pelo Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ), que, além de ter cedido seu auditório para reuniões do movimento, fornece eventualmente faixas, ônibus e quentinhas.

Conta ainda com uma pequena equipe da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como rede de apoio para tirar manifestantes da cadeia. O que pleiteiam é evidente: a saída de Cabral.

–  Mídia Ninja, jovens, com celulares conectados a redes de alta velocidade, cuidam das transmissões ao vivo, sem cortes. Um dos alvos é a atuação mais forte da PM, quase sempre necessária, tentando mostrá-la como despreparada e truculenta.

– O PSTU, PSOL e PCR (Partido Comunista Revolucionário), com as bandeiras de sempre, não poderiam perder a ocasião, e mesmo que procurem passar desapercebidos estão por trás de várias manifestações. Fotos de líderes foram feitas, infiltrados no meio dos manifestantes.

Na linha de frente estão os Black Blocs, sempre de preto e preparados para confrontar a polícia, depredar os bens públicos e privados, destruir monumentos e prédios históricos, símbolos do poder.

Black Blocs

De todas as tribos que protestam, o grupo dos Black Blocs é o mais fácil de identificar. Na multidão, ostentam um estandarte preto, destroem o que encontram pela frente e costumam andar de braços dados, formando um cordão. São os últimos a chegar. Esperam os outros grupos provocarem a desordem e quando o “tempo está quente”, entram para arrebentar.
Seu lema: “Fazemos o que os outros não têm coragem de fazer”

Afirmam não ter medo da polícia e seus alvos prediletos são “bens capitalistas”.
“Os Black Blocs não estão nas manifestações para protestar, suas ações são para causar danos às instituições opressivas”. (Revista Forum)

Sua forma de agir, é orientada por procedimentos e táticas, que podem ser usados para defesa ou ataque em manifestações públicas.
Na realidade são anarquistas.
Ao contrário  do que  muitos pensam, eles têm métodos e objetivos, programas de atuação, financiamentos de entidades estrangeiras. Já treinaram em Cáceres com militantes do MST e em novembro  cerca de 30 deles se reuniram em um sítio no interior de São Paulo para traçarem as novas linhas de ação (Revista Época).

São anarquistas e o grupo já agia desde a década de 80 na Alemanha.Atualmente há registros de forças de ação dos Black Blocs nas recentes manifestações e levantes populares no Egito. 

Para a Presidente Dilma Rousseff e para o Brasil o ano de 2013 não foi nada bom: inflação alta, corrupção solta e pára culminar um semestre de arruaças sérias. Com isso, sua popularidade em menos de uma quinzena caiu cerca de 34%

Há promessas de que as manifestações se prolongarão até as eleições.

O Brasil que se cuide! Esses movimentos que não se sabe, exatamente, quais são seus líderes, nem seus propósitos podem ter as piores intenções! "

Observação do site www.averdadesufocada.com : Pouco a pouco, novos líderes vão sendo identificados e vai se percebendo que as ações de vandalismo são negociadas entre os líderes destas manifestações e já se chega a conclusões, que as intenções são levar o Brasil ao caos total e talvez a inviabilizar eleições pacíficas e dentro das normas institucionais.