Por Félix Maier
Vários embusteiros andaram dizendo que a morte do coronel Malhães era "queima de arquivo", especialmente o Sr. Dallari, atual chefe do comissariado bolcheniquim (CNV), e o Sr. Damous, do comissariado OABista do Rio. Incluem-se entre esses embusteiros também a jornalista comunista Tereza Cruvinel, que escreveu a mesma asneira em sua coluna de domingo (27/04/2014) no Correio Braziliense. O que esses farsantes insinuaram foi que a morte do militar poderia ter sido feita por antigo companheiro de repressão, para que não  voltasse a dar informações mais detalhadas no futuro, caso fosse novamente inquirido.

Teoria da conspiração por teoria da conspiração, pode-se levantar outra hipótese: as mortes dos coronéis Molina e Malhães, ambos ligados ao caso Rubens Paiva, foram praticadas por vingança de terroristas de esquerda, em caso típico de "justiçamente", na sua típica "língua de pau". Afinal, por que o coronel Molina, morto em Porto Alegre, levou 15 tiros? Latrocínio é que não houve, houve vingança. Bandido comum não iria desperdiçar tanta bala.
Quanto ao laudo médico referente ao coronel Malhães, é bom lembrar que vivemos nos tenebrosos tempos petistas, em que não se pode confiar em mais nada, nem em laudo médico, como aquele inventado recentemente a respeito de Vladimir Herzog. Há inclusive droga que pode ser injetada na pessoa, para assassiná-la, de modo que pareça ter havido infarto do miocárdio.
Teoria da conspiração por teoria da conspiração, alguém pode também levantar a hipótese de que, enquanto a Comissão Nacional da Calúnia vai levantando os nomes e endereços dos antigos "torturadores", a turma do "justiçamento" vem logo atrás para "passar o cerol". Nessa linha de raciocínio, a (c)Omissão da Verdade já estaria carregando dois coronéis mortos nas costas. Quantos mais carregarão?
Sr. Dallari: o que acha dessa outra teoria da conspiração?

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