Por Marco Balbi

Carta enviada aos jornais:

O falecido Millor afirmava que a turma que conduziu a luta armada no Brasil, na realidade estava fazendo um investimento, tal a quantidade de recursos que amealharam dos cofres públicos à título de indenização. Eis que hoje descobrimos que, desde abril do ano passado, o contribuinte brasileiro banca, também, a psicanálise da turma. Isto mesmo, a Comissão da Anistia do Ministério da Justiça, 49 anos depois da reação democrática de março de 1964, contratou, mediante edital, psicanalistas em 4 cidades brasileiras para cuidar da mente daqueles que entraram com processo por indenização de supostos abusos sofridos. Apresentaram alguns exemplos, sendo o mais surreal deles o de uma senhora que pensava que o senhor seu pai havia desaparecido nas matas do Araguaia. Mas, eis que 30 anos depois, o pai reaparece em casa. Ele apenas havia se estabelecido no norte do país, constituindo outra família. Outra senhora declara que foi torturada, lei Mário Lago, certo, mas que enganava os militares do DOPS que conduziam as torturas. Militares no DOPS? Enganados pela presa? Haja história!

 

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