Osmar José Barros Ribeiro

A defesa, tomada como forma permanente de combate, nunca foi a melhor forma de luta. As provas estão às vistas de todos: da Muralha da China à Linha Maginot; nem a primeira evitou os mongóis nem a segunda a queda da França frente aos alemães. A postura defensiva tomada pelos vencedores de 1964 após a decretação da Lei da Anistia, deu margem a que os derrotados partissem para o contra-ataque. Assim, apoiada em seus elementos infiltrados no meio político, nas escolas, nas universidades e nos meios de comunicação, a esquerda revanchista iniciou o falseamento da História, arvorando-se em defensora da liberdade e da democracia, ocultando que seu objetivo primeiro era a instalação, no Brasil, de um regime à semelhança do cubano, passou a apontar à execração pública aqueles que mais diretamente contribuíram para o desmonte da luta armada.

Cumpria, para os comunistas de diferentes matizes, agindo segundo os seus cânones, caracterizar os órgãos operacionais e seus integrantes como sendo milícias paramilitares que agiam por conta própria e ao arrepio das estruturas de comando das quais faziam parte. Quem viveu aqueles anos marcados pela ação de diferentes organizações terroristas urbanas, sabe bem que em São Paulo estava o principal centro de atuação das mesmas e ali, por isso mesmo, foi desenvolvida a Operação Bandeirantes, logo depois transformada no Destacamento de Operações de Informação do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI/CODI), integrante dos Comandos  Militares de Área.

Carlos Alberto Brilhante Ustra, então Major, recebeu a missão de, comandando o DOI/CODI/II Ex, combater o terrorismo urbano e  cumpriu-a com tanto êxito que hoje, tantos anos passados, a esquerda raivosa tenta, sem êxito, inquina-lo de sádico torturador. Ao fim e ao cabo, o que interessa aos brasileiros ainda imunes aos princípios defendidos pelo Foro de São Paulo, pela propaganda enganosa de um governo empenhado em implantar entre nós o regime cubano, é conhecer a verdade, separar o joio do trigo e isso, creiam, é o que faz a 9ª edição, enriquecida por novas matérias, A VERDADE SUFOCADA.
Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reformado do Exército Brasileiro, apresenta nas páginas do vibrante ‘A Verdade Sufocada’ a saga de um homem simples, que não pediu para ser herói, mas o foi, como outros que receberam a dura missão de defender o Brasil de homens fanatizados por uma crença e que por ela se lançaram na loucura de uma luta armada fratricida.

Coragem física e moral foram o apanágio desse homem, nos difíceis momentos em que combateu o terrorismo de uma esquerda revolucionária.
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‘A Verdade Sufocada’ ......resgata a verdade de um momento histórico totalmente distorcido por aqueles que hoje encobrem os seus reais desígnios de transformar o Brasil em um satélite do comunismo internacional, com a falácia de que lutaram contra uma ditadura militar para promover a liberdade e a Democracia.”

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