Visite o blog de Paula Marisa - Obrigada pela sua excelente descrição do Regime Militar e pela homenagem às Forças Armadas.
Graças as últimas eleições, com o governo do Presidente Bolsonaro e sua equipe de ministros, civis e militares, ficamos livres de cerca de 20 anos de governos que doutrinaram gerações e gerações . Grande parte de membros destes governos "socialistas" tomaram parte de organizações subversivo- terroristas que tentavam implantar no Brasil  uma ditadura comunista, tendo como exemplo União Soviética, Cuba, Pequim , Albânia ,etc. 
O livro" A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça" autor Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra falecido em 15/10/2015, está na  17ª reedição tem 708 páginas  e pode ser adquirido pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 


Observação da editoria do site: O livro está na 17ª reedição e r pode ser adquirido pelo tel 61 3468 6576 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Livros devem revisar referências à ditadura, diz Vélez
Em entrevista, ministro da Educação disse discordar que houve golpe em 1964 e ditadura
3 ABR 2019 21h37 
O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, disse que haverá mudanças em livros didáticos para revisar a maneira como são retratados nas escolas o golpe de Estado que retirou o presidente João Goulart do poder, em 1964, e o regime militar que o seguiu. A declaração ocorreu em uma entrevista do ministro ao Valor Econômico, publicada na tarde desta quarta-feira, 3.

Segundo o jornal, Vélez diz acreditar que a mudança de regime, há 55 anos, não foi um golpe, e sim uma "mudança de tipo institucional". Além disso, teria dito que o período que seguiu a posse do general Castello Branco não seria ditadura, e sim um "regime democrático de força". A tese é refutada por historiadores que estudaram o período.

GAZETA DO POVO 04/04/2019- 
Por Flavio Gordon - (Escritor e antropólogo)
“É inegável que o golpe militar e civil foi empreendido sob bandeiras defensivas. Não para construir um novo regime. O que a maioria desejava era salvar a democracia, a família, o direito, a lei, a Constituição…” (Daniel Aarão Reis, Ditadura e democracia no Brasil: do golpe de 1964 à Constituição de 1988).Na madrugada de 27 de novembro de 1962, um Boeing 707-441 (prefixo PP-VJB) decolou do Rio de Janeiro levando 80 passageiros e 17 tripulantes. Era o voo 810 da Varig, com destino a Los Angeles, e escalas em Lima, Bogotá e Cidade do México. Pouco antes de aterrissar no Aeroporto Internacional Jorge Chávez, em Lima, a aeronave colidiu com uma montanha e explodiu, matando todos a bordo.