Prof Aileda Matos OPliveira
Por que motivo nunca se pediu o voto popular para que os pais dos alunos dissessem se queriam ou não o kit gay nas escolas, mas agora o Ministério da Educação, pressionado pela mídia calhorda, vendida e pigmeia, deseja que o povo decida se quer ou não o Hino Nacional cantado nas escolas pelos seus filhos? Se quer ou não fotos de crianças cantando o Hino? Será tão imoral cantar o Hino que seja proibido fotografar o ato? Depõe contra os bons costumes?


Não estamos mais no regime petista de inversão de valores; não estamos mais sob o jugo de primatas travestidos de autoridades, embora ainda haja muitos que não se conformam de ter perdido o poder de transformar o Brasil em terra arrasada, em transformar a juventude em zumbis socialistas, objetivo da esquerda psicopata.

O Hino Nacional de qualquer país, para ser cantado pelos alunos, não precisa de votação popular. Significa a relação entre homem e terra; entre nação e seus nacionais. O nacionalismo da parte sã da sociedade incomoda a jornalistas canhotos, a políticos sem categoria, preocupados em receber e não em trabalhar em prol do país, porque sabem que são traidores, protegidos pela palavra “democracia”, significado que nem Aristóteles acreditava.

O governo mudou e não tem que dar satisfação sobre a reintrodução nas escolas dos símbolos nacionais. Reintrodução, sim, porque era assim que se educava os alunos, numa época sem democracia, na ditadura de Getúlio Vargas. A diferença entre Getúlio Vargas e a dupla de caricaturas Lula e Dilma, é que Vargas era estadista, culto e nunca de descuidou da Educação.
Os traidores, jornalistas, políticos, magistrados, cantores, atores, que se mudem. Miami os espera.


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