Então apenas lembrem-se do discurso do professor da UFRJ, Mauro Iasi (do PCB e ex-petista):

“Ao conservador, estamos dispostos a oferecer um bom paredão, onde vamos colocá-lo na frente de uma boa espingarda, com uma boa bala. E vamos oferecer-lhe depois uma boa pá, uma boa cova. Com a direita e o conservadorismo, nenhum diálogo. Luta”. 

Universidades versus Brasil: uma guerra declarada (Veja o Vídeo)
Do papel do MEC na Defesa Nacional
Jornal da cidade online.com.br -  027/02/2019
Está em curso nesse momento uma declarada guerra das Universidades (de alguns de seus setores) contra o Brasil.
Sabemos que por muito tempo as Universidades têm sido uma fonte de resistência ao progresso e à prosperidade, com seu reiterado ataque às Instituições e aos valores que pavimentaram o caminho para nosso progresso civilizacional. Sua abjeta rejeição ao empreendedorismo, à economia de mercado (fonte de riqueza e bem estar), à meritocracia, aos valores cristãos, ao Ocidente em geral, etc, tem promovido diversos flagelos sociais e econômicos. Abordei muitos desses problemas em outros artigos, por exemplo, aqui no Jornal da Cidade Online (de tal forma que não voltarei a eles):

A universidade e sua rejeição seletiva da intolerância 
O discurso da ‘diversidade’ e o vilipêndio da universidade
Como as universidades se tornaram uma ameaça ao bem estar público
Assim, embora seja notório que as Universidades são, hoje, uma ameaça ao bem estar público, a deflagração da guerra contra o Brasil, contra a sociedade brasileira, ocorreu em nível nacional nessa segunda-feira, dia 28 de Janeiro de 2019.

Em evento promovido pela Associação nacional dos Docentes das Instituições de ensino Superior (ANDES-SN), os participantes cantaram não o nosso Hino Nacional, mas o hino da União Soviética, o mesmo que costuma ser entoado por movimentos comunistas, socialistas e anarquistas.

Ou seja: a “elite” de nossas Universidades assumiu escancaradamente sua rejeição ao Brasil e à sua população (aos seus valores, às suas Instituições, etc). Não apenas ao Brasil e ao nosso povo, mas a tudo aquilo que seja fonte de progresso social e econômico (com seus ataques ao liberalismo e aos valores conservadores, por exemplo).


E ainda aproveitaram, como já era esperado, para promover a criminalidade (e o desprezo pelo nosso sistema legal) com o mantra “Lula livre”. Afinal, essa mesma esquerda que hoje domina as Universidades tem um doentio fascínio por criminosos (como nosso ex-presidente e atual presidiário), terroristas (como Cesare Battisti), dissolutos, vagabundos, toxicômanos, etc. Ou seja: ela enaltece todo aquele cujo comportamento é causa de dissolução social, o que deixa transparecer seu propósito: causar a barbárie.

Além da rejeição ao Hino Nacional Brasileiro (um dos quatro símbolos oficiais da República Federativa do Brasil), ou seja, do desprezo pelo Brasil e por suas Instituições, o tom autoritário e ameaçador do evento está expresso em sua pauta, que inclui “resistir ao governo Bolsonaro”, “centrar na reorganização da classe e no embate”, “barrar as privatizações”. Envolve, também, o fomento de uma “campanha urgente contra a direita, através da proliferação dos comitês de luta contra o golpe e contra os fascistas, levantando a bandeira da liberdade para Lula”. Falam também em uma “frente de luta que coloque em movimento uma mobilização contra os fascistas da ‘escola sem partido’”. E, claro, há (em substituição ao “fora Temer”) o “fora Bolsonaro”, isto é, a violenta rejeição da vontade popular expressa no resultado das eleições presidenciais de 2018.

Ou seja, trata-se de um discurso de ódio, com vistas à dissolução de nossas Instituições, da própria Universidade, aliás, a qual passou a ser instrumento para a defesa de ideias que não são oriundas da sociedade civil, de suas demandas, mas de alguns pequenos grupos parasitariamente aderidos às nossas Universidades, especialmente nas ‘humanidades’, na administração e nos sindicatos.

Em verdade, penso que a agenda expressa nesse evento sequer corresponde ao que a maioria dos professores supostamente representados por esse sindicato deseja. Imagino que os bons professores apenas desejem avançar em suas áreas, promovendo a pesquisa e o ensino. O que esse evento está fazendo, em contrapartida, é atender a uma agenda particular, totalmente desvinculada daquilo que realmente importa para a qualificação de nossas Universidades.

Falam em “embate”, “luta”, e outras ações cujo propósito é causar o caos, a desordem, a dissolução de nossas Instituições (inclusive da Universidade mesma) e valores (liberdade e democracia, por exemplo). Insistem em descrever como inimigos (“fascistas”) todos aqueles que discordam de sua pauta. Falam, inclusive, em criar “comitês de luta” contra aqueles que a eles se opõem.

Penso que se lhes fosse possível construiriam ‘paredões’ nos Campi universitários para que os “fascistas” (todo aquele que não está alinhado com sua ideologia estulta e fracassada, o que inclui liberais e conservadores) fossem fuzilados. Alguma dúvida?

Suas palavras (de 2014) estão inextricavelmente alinhadas com o espírito do que nesse momento está ocorrendo no evento promovido pela Associação Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN). Na verdade, tais palavras estão em acordo profundo com a mentalidade que hoje administra nossas Universidades. Protegidos por elas (por suas administrações, departamentos e sindicatos), temos professores fazendo incitações ao estupro, à agressão, ao assassinato, etc, de todos aqueles considerados ou liberais ou conservadores. Sem falar em sua promoção da desordem, do vandalismo, etc.

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