Ex-presidente solicitou à Comissão de Anistia indenização por ter sido presa e segundo ela ter sido torturada O REGIME MILITAR.
 - 04/02/2019
Parlamentares usaram as redes sociais para criticar a ex-presidente Dilma Rousseff
"Dilma quer MAIS dinheiro , apesar de já ter sido indenizada pror tr~es estados. A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), que se referiu a Dilma como "'ex-terrorista'" e lembrou que o pedido da ex-presidente deverá ser analisado pela ministra da pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.
A deputada paulista Carla Zambelli classificou a solicitação de Dilma como "absurdo" e se referiu à pensão como "bolsa-terrorista". Zambelli já demonstrou intenção de protocolar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigue pagamentos de indenização da Comissão de Anistia a Dilma Rousseff. Reportagem da revista Crusoé revelou que a petista solicitou uma pensão mensal de R$ 10.735,44 à Comissão de Anistia por ter sido presa e torturada durante a Ditadura Militar.
Observação do site www.averdadesufocada.com.br : Dilma Roussef militou em algumas organizações, como a Polop , o Colina e a Var-Palmares, onde cresceu, juntamente com seu segundo marido, Franklin Paixão Araujo, chegando ao comando nacional da luta armada . Segundo companheiros " era responsável por distribuir o dinheiro" das organizações e armas para determinadas ações. diz Antonio Espinhosa


Em várias partes do processo ela aparece planejando e tomando parte em algumas ações, afirma Espinosa. Uma das provas da importância de Dilma é a sua presença constante nos depoimentos de colegas presos. Dilma é tão citada que em dado momento do processo, o juiz afirma que:“não há (necessidade) de especificar sua ação, pois tudo o que foi feito no setor teve a sua atuação direta”..
Segundo a Revista Piauí (2009), depois do “racha” – separação da Var-Palmares, Dilma foi enviada para São Paulo. Lá alugou um quarto em uma pensão e o dividia com Maria Celeste Martins - sua assessora -quando assumiu o cargo na Casa Civil -l e segundo a mesma reportagem, Dilma em entrevista à Folha, em 2003, teria dito que:

“ Eu e Celeste entramos com um balde : eu me lembro bem do balde porque tinha munição. As armas, nós enrolamos em um cobertor. Levamos tudo para a pensão e colocamos embaixo da cama. Era tanta coisa que a cama ficava alta. Era uma dificuldade para nós duas dormirmos ali. Muito desconfortável. Os fuzis automáticos leves, que tinham sobrado para nós, estavam todos lá. Tinha metralhadora, tinha bomba plástica. (...)”

Em 21 de novembro de 1969, Espinosa foi preso. Com essa prisão eles começaram a “cair” como peças de dominó – Uma onda de prisões, entre elas a de José Olavo Leite Ribeiro, levou Dilma à prisão no dia 16 de janeiro de 1970. Ela usava documentos falsos com os nomes de Maria Lúcia dos Santos e Marina Guimarães Garcia de Castro e os codinomes de Wanda, Estela e Patrícia. Dilma mantinha três contatos semanais com José Olavo.

Preso, ao ser interrogado, José Olavo “entregou” um “ponto”, em um bar, com Antônio de Pádua Perosa, mesmo sabendo que Dilma poderia aparecer, pois era um “ponto alternativo”. Isso, realmente, aconteceu. Dilma “cobriu” o “ponto” e foi presa, A polícia desconfiou de um sinal feito por Olavo para Dilma e foi em cima.

Dilma afirma" que as pessoas eram presas e mortas por crime de opinião .. e de organização, não necessariamente por ações armadas.
O meu caso não é de ação armada. O meu caso foi de crime de organização e de opiniã
o

No entanto, Segundo Jose Olavo Ribeiro  “eles desconfiaram e ela foi presa por que estava armada”.

Segundo Espinosa, eles, além de armados, carregavam cápsulas de cianureto para usarem se fossem presos (Revista Piauí).. segundo ela, eles lutavam pela liberdade , pela democracia e  eram presos apenas  por questão de opinião, não praticavam ações armadas

. Nada mais falsos , as organizações, lutavam pra derrubar o governo militar e implantar no Brasil uma ditadura do proletariado , marxista´leninista.

Galeno, seu primeiro marido, no dia 1º de janeiro de 1970, para comemorar o aniversário da revolução cubana sequestrou, em pleno voo, um avião Caravelle da Cruzeiro do Sul, desviando-o para Cuba. Foi o 1º sequestro de um avião brasileiro. Participaram dessa ação: James Allen Luz, Athos Magno Costa e Silva, Isolde Somer, Nestor Guimarães Herédia e Marília Guimarães Freire.

Franklin Paixão Araújo, seu segundo marido foi preso em 12 de agosto de 1970 e condenado a 4 anos de prisão, parte da pena cumprida em Porto Alegre. Depois de sua prisão, “caíram” Bete Mendes, a “Rosa” e um grupo de jovens menores, aliciados para a luta armada, entre eles Pérsio Arida

Dilma foi presa em  16 de janeiro de 1970, por membros da Operação Bandeirantes.

Julgada, foi encaminhada ao Presídio Tiradentes, onde ficou presa durante quase três anos e saiu do do Presídio Tiradentes, no final de 1973, indo depois para Porto Alegre onde Franklin Paixão Araújo, seu marido e companheiro de organização subversivo- terrorista cumpria seus últimos meses de prisão.


Em entrevistas à imprensa escrita e falada, Dilma, já como candidata à presidente da República, afirmou que" lutava pela derrubada da ditadura, pela democracia e pela liberdade e que no Regime Militar, as  “pessoas eram perseguidas e mortas por defenderem opiniões e não por pegarem em armas.

Deixamos aos nossos leitores dados para que façam uma avaliação a respeito da responsabilidade da militante Dilma Rousseff ao aderir às organizações que praticaram assaltos, assassinatos, sequestros, “justiçamentos”, atentados a bombas, sabotagens e outros crimes.

Como os leitores podem observar as pessoas dessas organizações não eram presas por crime de opinião. Algumas, mesmo não participando dos atos propriamente ditos, eram presas por crime de apoio logístico, planejamento e organização das ações armadas.

Antes e após a prisão de Dilma, inúmeros foram os crimes praticados por terroristas provenientes de várias organizações. A VPR, ALN, VAR-Palmares, MOLIPO, PCBR, AP, MRT, REDE, MR-8, PCR, PCdo B e outras, foram organizações subversivo-terroristas que, por mais de uma década, aterrorizaram o Brasil.


As declarações de Dilma, no entanto, são derrubadas por declarações de seus maridos, de camaradas de armas, de muitos companheiros das organizações em que militou: Polop, COLINA, e VAR-Palmares.

Dilma, até a sua prisão, não se encarregava, apenas, de distribuir panfletos em porta de fábricas. Complementando mais algumas opiniões sobre sua atuação na luta armada leiam abaixo a reportagem da Revista Veja (http://veja.abril.com.br/150103/p_o36.html):
“O cérebro do roubo do cofre
A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff descreve que: só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro.
Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante . Ela pegou em armas, foi duramente perseguida , presa na Operação Bandeirantes e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil - o célebre roubo do cofre do governador paulista , Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhões de dólares(...)
(...) A ação durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e seu marido

É importante que se frise que Dilma Rousseff jamais foi presa pelo DOI /CODI //Exército. Presa em 16 de janeiro de 1970, quando o DOI/CODI não tinha sido criado, julgada , foi condenada e presa no Presídio Tiradentes, onde era mantida com outras presas, na Torre das Donzelas,como apelidaram a área reservada para elas.
O DOI CODI foi criado no final de setembro, sendo nomeado seu primeiro comandante o então major Carlos Alberto Brilhante Ustra. Dilma, jamais foi sua prisioneira. Ao assumir o comando do DOI,em 29 de setembro de 1970,Dilma já estava no Presídio Tiradentes com suas companheiras de subversão, cumprindo sua pena, até ir para Porto Alegre , para ficar perto de seu 2º marido. .

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