Escutas telefônicas mostram que artefatos seriam usados em manifestações contra a Copa 

Por Sérgio Ramalho -12/07/2014

http://oglobo.globo.com/rio/presa-em-porto-alegre-sininho-negociou-por-telefone-compra-de-fogos-de-artificio-13233468#ixzz37Gc2wkcc 

RIO - Presa em Porto Alegre (RS) na manhã deste sábado, Elisa Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, de 28 anos, negociou por meio de ligações telefônicas e mensagens de texto a compra de fogos de artifício que seriam usados em protestos no Rio. A descoberta foi feita pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), que interceptou as conversas telefônicas da ativista com autorização da Justiça.

Além de Sininho, 15 outros ativistas adeptos da tática black bloc também tiveram as prisões temporárias decretadas pela 27ª Vara Criminal. Todos são acusados de promover atos de vandalismo durante manifestações que aconteceram na cidade. Entre os detidos, há um professor de História, que foi preso em casa, na Urca, Zona Sul do Rio. No imóvel, os policiais encontraram uma máscara contra gás lacrimogêneo.

Sininho foi surpreendida pelos policiais da delegacia especializada, que viajaram na noite de sexta-feira para a capital do Rio Grande do Sul, onde vive o pai da ativista. Natural de Porto Alegre, Sininho vinha sendo investigada desde o episódio que resultou na morte do cinegrafista Santiago Ilídio Andrade, da TV Bandeirantes, em fevereiro passado.

Santiago foi atingido na cabeça por um rojão quando registrava o confronto entre manifestantes e policiais durante protesto contra o aumento da passagem de ônibus à frente da Central do Brasil, no Centro. Dias depois, a polícia identificou Fábio Raposo e Caio Silva e Souza como responsáveis por lançar o artefato na direção do cinegrafista. Ambos mantinham contato com Sininho, que na época chegou a ir na delegacia defender os dois acusados.

Os presos na operação deste sábado foram levados à Cidade da Polícia, no Jacaré, na Zona Norte. Equipes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) reforçam o policiamento na região. No local, amigos dos ativistas tentam descobrir mais informações sobre a prisão e acionam advogados. Eles afirmam que as prisões foram motivadas por perseguição política, com o objetivo de inibir a realização de manifestações no entorno do Maracanã programadas para domingo, último dia da Copa do Mundo.

 

 

 

Comentários  

0 #3 Observador 13-07-2014 10:05
Essa não é a mesma moça que ao defender os marginais que mataram o cinegrafista da Band, Santiago Andrade, o fazia em nome de um deputado estadual, conforme trecho desta reportagem: " O estagiário do advogado que defende Fábio Raposo, que admitiu ter passado o rojão ao homem que acendeu o artefato que atingiu o cinegrafista da TV Bandeirantes, declarou à polícia que recebeu ligações da ativista Elisa Quadros, conhecida como Sininho, e que esta teria dito que o suspeito que acendeu o rojão era ligado ao deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL)" .
E que fim levou essa investigação, alguém sabe dizer?
0 #2 Chatissimo sabedoria 13-07-2014 01:43
Deus nos salve! Enquanto existir comunistas, guerrilheiros e terroristas na face da terra, o mundo corre risco de vida! O Brasil, infelizmente, tem um "povinho" proletariado, mau governado que, pagará caro com o próprio sangue- essa aderência aos petistas comunas. Lulistas Estelistas, wandista roskovistas. Assim, estão indo para o matadouro igual gado de corte, sem saber o quanto pagarão com suas próprias vidas. O comunismo mostra uma face ilusória em que o miserável e pobre, cerca 40 milhões de brasileiros, pensam estar beneficiado e se vingando de uma elite criada por lula e dilma, porém, na mentira. Esses recebem bolsas ao invés de emprego e tiram até a oportunidade dos demais brasileiros de bem, deixando até os nossos netos e bisneto desempregados, pois, se contentam com a venda de seus VOTOS. Todavia, quando acordarem, já estarão escravizados e sufocados, pedirão socorro, porém, nem as FFAA poderão salvá-los, somente Deus. Aí ficam aguardando ou serão fuzilados, sem chances.
0 #1 sandra 12-07-2014 23:01
Temos o futebol igual o da corea e acredite o mesmo regime político,

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