Por Aluísio Madruga de Moura e Souza

         Muitos dos nossos compatriotas  de boa fé e iludidos julgam que hoje o comunismo é coisa do passado. Estão imaginando que o Movimento Comunista Internacional(MCI) tenha desaparecido e, por via de consequência, já não exista entre nós aquele comunismo estruturado de outrora. A estes afirmo que tal pensamento está totalmente equivocado. O comunismo não desapareceu entre nós não desaparecerá  por muitos e muitos anos e, possivelmente, não desaparecerá nunca, porque sempre haverá sobre a face da terra aqueles dispostos a remarem na contra-mão da história  em busca de poder e de auferirem lucros vantajosos,  fáceis e sem possibilidade de oposição


É interessante que esclareça que o MCI aí está com outra roupagem, realizando trabalho profícuo em prol da causa que defende. E dentro deste contexto, tanto seja internacionalmente como nacionalmente, não podemos deixar de citar que, na América Latina, hoje, o instrumento organizativo da guerra irregular, visando à implantação do comunismo, que substituiu  a antiga Organização de Solidariedade dos Povos da Ásia, África e América Latina(OSPAAL), e a Organização Latino-Americana de Solidariedade (OLAS), ambas criadas em Havana, respectivamente nos dias 15 e 16 de janeiro de 1966, foi o Fórum de São Paulo, também criado por um dos maiores ditadores da atualidade, Fidel Castro e outros políticos dentre eles, o então Presidente do Brasil, senhor luís Inácio Lula da Silva. Não podemos, pois, esquecer que do referido Fórum fazem parte o Partido dos Trabalhadores(PT), o Movimento dos Sem Terra(MST) e outras organizações brasileiras, além de organizações de esquerda de outros países, muitas delas terroristas. Em verdade, o Fórum representa uma rearticulação das antigas redes que promoviam a “guerra revolucionária” e o internacionalismo nas décadas de 1960/1970 e 1980. Lembramos ainda que, desde 1995, as redes do Fórum de São Paulo iniciaram uma ativa escalada de ações em vários países, com diferentes graus de sucesso, mas que demonstram, em qualquer dos estágios em que se encontram, suas intenções desestabilizadoras, sendo que no Brasil não está sendo diferente, por intermédio das ações dos grupos e sindicatos de esquerda e, principalmente, por intermédio da Corrupção. Esta atende três interesses a saber: dos governos em busca de ações desestabilizadoras, visando implantar a nova ordem, a dos seus componentes  corrompidos, e a dos corruptores, leia-se grandes empresas. E chegamos a exportar com êxito com essa metodologia. (Continua)

 

 

 

 

 

 

 

 

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