NÃO PODEMOS E NÃO VAMOS ESQUECER O DIA 31 DE MARÇO DE 1964(CONTINUAÇÃO 6)
Por Aluísio Madruga de Moura e Souza
A história do apoio externo dado pelos EUA a Contrarrevolução de1964, nada mais é do que constantes especulações de jornalista de esquerda requentando reportagens, técnica muito utilizada para se manterem na mídia. Utilizam-se do pensamento de que uma mentira repetida uma vez como verdade permanece mentira, enquanto que uma mentira repetida várias vezes acaba por ser transformar em  verdade.
É sempre bom insistir no fato de que a mídia infiltrada pelas esquerdas, quer seja aquela representada pelos adeptos da luta armada ou não para a tomada do poder vivem constantemente falseando a verdade, mentindo e criando fatos inexistentes. Outrora por estar bem menos infiltrada apoiou a Contrarrevolução como demonstrado. Na atualidade, esta mesma mídia da qual falo por estar infiltrada ou por interesse econômico muito tem publicado reportagens espetaculares a respeito da atuação das Forças Legais, na maioria das vezes distorcendo os fatos, mas não demonstram nenhum interesse em investigar as ações dos terroristas nas áreas urbana e rural como os assassinatos, sequestros de aviões e embaixadores, assaltos a bancos, hospitais, a quartéis e justiçamentos até mesmo entre eles. E todos esses terrorista hoje recebem indenizações faraônicas do Estado as custas do contribuinte, ou seja, você, sendo certo que na verdade pretendiam tomar o poder constituído  e mudar o regime por intermédio da violência revolucionária treinada na URSS, China, Cuba e Albânia. Embora a imprensa minimize os atos realizados pelos terroristas não os divulgando, bombas explodiram em vários locais causando mortes de inocentes e desespero em tantos outros, diplomatas estrangeiros  foram sequestrados para exigirem do Governo constituído a liberação dos que se encontravam presos. Além disso, como a maioria de seus quadros viviam na clandestinidade e necessitando de dinheiro para sobreviver passaram a assaltar bancos e carros pagadores vitimando vários e vários trabalhadores chefes de famílias em busca de recursos para  patrocinar  suas ações delinquentes. Também se valeram do terrorismo seletivo, com vários assassinatos como, por exemplo, de um capitão americano que cursava a USP, em face de acordo entre países.Trata-se de período triste e negro da nossa história  que foi imposto ao Brasil por grupos ideologicamente fanáticos. Muitos de seus membros estão hoje no poder por conta de uma anistia que a Contrarrevolução lhes concedeu. Como exemplos cita-se, por terem sido os primeiros de uma longa série, os três primeiros atentados a bomba ocorridos em Recife no dia 31 de março de 1966. Um artefato explodiu no parque 13 de maio;  outro na residência do Comandante  do então IV Exército e o terceiro foi encontrado em um vaso de flores da Câmara Municipal, já que esta havia falhado. Outros exemplos foram os três também ocorridos em Recife no dia 25 de julho de 1966, sendo que duas bombas explodiram na sede da União dos Estudantes(UNE/Recife) e a terceira no Aeroporto de Guararapes, esta fazendo um total de 17 vítimas dentre elas militares, jornalista e crianças. Ainda tivemos muitos e muitos atos criminosos como o assalto ao Hospital Militar de São Paulo, o atentado ao Quartel General do II Exército, quando morreu o sentinela soldado Mário Kozel Filho e outros feridos, o assassinato do Capitão americano Chandler na frente de sua esposa e filhos ainda crianças, os sequestros do Embaixador americano e o do Cônsul-Geral do Japão e por aí vai. E agora,  para revolta de muitos e, em particular, dos que em cumprimento de missão, também com armas em punho os combateram esse criminosos estão sendo recompensados por seus crimes devido uma anistia que insistem foi unilateral. E então aboletados no governo criaram a vergonhosa “comissão da verdade”.
 
Como bem escreveu o Presidente João Batista Figueredo em sua mensagem número 59 de 1979 ao Congresso Nacional, relacionada com a Lei de Anistia, “o terrorismo não é um crime político, pois ele não se volta contra o governo, o Regime ou mesmo o Estado”. Mas Brasil é Brasil  e até terroristas foram anistiados e ocupam cargos de destaque na vida nacional. É que o brasileiro de bem, que felizmente é a maioria, é assim mesmo, ou seja, ultra benevolente. Fossem os terroristas brasileiros agir em País de Governo comunista como agiram no Brasil certamente teriam ido para o “paredon”. (continua)

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