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03/01 - Vasculhando o Orvil - VPR - Capítulo IV
 
  Dilma Rousseff e Franklin Martins - Camaradas
  de armas - Portal Memórias Reveladas
Pela editoria do site
www.averdadesufocada.com
Continuando nosso trabalho visando a  ajudar o governo a  abrir os arquivos dos  chamados " Anos de chumbo" publicamos, hoje, mais um capítulo do Projeto Orvil. Há muito tentamos colaborar com os
Srs Ministros Tarso Genro, Paulo Vannuchi,  Dilma Rousseff, Franklin Martins e outros  que estão fazendo um  "permanente esforço" para mostrar à sociedade a história recente do país e de seus camaradas de luta armada.  Na série Projeto Orvil, os diligentes revisores da história poderão encontrar sugestões de nomes e fatos que precisam ser acrescentados ao Portal Memórias Reveladas ( que nada revela sobre os crimes "dos que lutaram pela democracia") e, agora, para dar subsídios à Comissão da Verdade e da Reconciliação
Nossas pesquisas têm sido em vão . Até o momento nada do que publicamos para auxiliá-los foi usado. Parece-nos que o Portal Memórias Reveladas e a Comissão da Verdade e Reconciliação não estão interessados em revelar nada que desabone seus companheiros de armas Apenas querem revelar " violações de direitos humanos" e " crimes " cometidos por militares. As violações cometidas por eles, os assaltos, os assassinatos, sequestros e atentados a bomba não são crimes são "atos de bravura praticados em defesa da democracia ". Às vezes pensamos que essa comissão está mais para Comissão de Revanchismo do que de reconciliação...
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O COLINA funde-se com a VPR 
 O ano de 1969 parecia promissor para o COLINA. Seus dois assaltos a bancos, realizados em Belo Horizonte, no ano anterior,haviam-lhe fornecido o
  
     Paulo vannuchi e Tarso Genro - Comissão 
     da Verdade  e Reconciliação
 
numerário suficiente para a aquislção de armas e para a instalação de diversos "aparelhos". Suas demais ações armadas - roubo de carros e lançamento de bombas -, dirigidas por Angelo Pezzuti da Silva, foram coroadas de êxito, e a sigla "COLINA" já era respeitada pelas demais organizacões subversivas. Na Guanabara, do mesmo modo, Juarez Guimarães de Brito conduzia as ações. Nos dois estados, diversos assaltos a bancos já estavam planejados, bem como atentados a quartéis e a delegacias de polícia.
Em janeiro, o Comando Nacional (CN) do COLINA difundiu,internamente, o documento "Informe Nacional",  no qual faz um balanço de suas atividades e se vangloria de que a organização "já realiza ações básicas para a montagem do foco e demais tarefas da luta revolucionária, tais como ação de desapropriação, aquisição de material bélico, químico, de saúde, intendência, engenharia, comunicação, etc, contatos e treinamentos no exterior, definição de áreas táticas e estratégicas." Realçou, também, que a sabotagem e o terrorismo "têm sido utilizados" pela organização; a primeira visando, "fundamentalmente, a minar a economia e/ou atingir instalações das forças repressivasl"  e o segundo para"justiçamento ou amedrontamento".
Na tarde de 14 de janeiro de 1969, o COLINA assaltou, simultaneamente, os bancos da Lavoura e Mercantil de Minas Gerais, em Sabará, onde roubaram cerca de 70 milhões de cruzeiros.
Participaram do roubo: Ângelo Pezzuti da Silva, Murilo Pinto da Silva, Afonso Celso Lana Leite, Antonio Pereira Mattos, Erwin Rezende Duarte, João Marques Aguiar, José Raimundo de Oliveira, Júlio Antonio Bittencourt de Almeida, Nilo Sérgio Menezes Macedo, Maria José de Carvalho Nahas, Pedro Paulo Bretas e Reinaldo José de Melo.
Apesar do assalto ter alcançado êxito, ele representou o inicio do desmantelamento do COLINA. Nessa mesma noite, Ângelo Pezzuti da Silva, seu principal dirigente, foi preso. Suas declarações possibilitaram a prisão de diversos militantes, dentre os quais José  Raimundo de Oliveira, do Setor de Terrorismo e Sabotagem, e Pedro Paulo Bretas e Antonio Pereira Mattos, do Setor de Expropriação. Esses depoimentos levaram a polícia desbaratar três "aparelhos" do COLINA, em Belo Horizonte, na madrugada de 29 de janeiro de 1969. À 01.00 h, 11 policiais dirigiram-se para o "aparelho" da Rua Itaí, nº 113, no bairro Santa Efigênia,"entregue" por Ângelo Pezzuti, onde não encontraram ninguém, apenas documentos da organização. Às 02.30 h, foram para o "aparelho" delatado por Pedro Paulo Bretas, na Rua XXXIV, nº 31, no bairro Santa Ignez, onde encontraram explosivos, armas e munições. Às 04.00 h, reforçados por 3 guardas-civis de uma radiopatrrulha,os policiais chegaram no terceiro "aparelho", na Rua Itacarambu, nº 120, bairro São Geraldo, também "entregue" por Pedro Paulo Bretas.
No local, quando disseram ser da policia, foram recebidos por rajadas de metralhadora, disparadas por Murilo Pinto da Silva, irmão de Ângelo Pezzuti, as quais mataram o policial Cecildes Moreira de Faria e o guarda-civil José Antunes Ferreira e feriram, gravemente, o investigador José Reis de Oliveira. No local, foram encontrados armas, munições, fardas da PM, documentos do COLINA e dinheiro dos assaltos, sendo presos sete militantes da organização 
 Os sete eram : Murilo Pinto da Silva, Afonso Celso Lana Leite, Maurício Vieira de Paiva, ferido com dois tiros, Nilo Sérgio Menezes Macedo, Júlio Antônio Bittencourt de Almeida , Jorge Raimundo Nahas e sua esposa Maria José de Carvalho Nahas.
Essas prisões, posteriormente seguidas de outras, levaram o pânico aos militantes do COLINA em Minas Gerais, inviabilizando o prosseguimento de suas atividades nesse estado. Como o trabalho na Guanabara prosseguia incólume, foram transferidos para esse estado, onde chegou a ser criado um "Setor dos Deslocados",englobando os militantes mineiros, ainda desestruturados.
Com as "quedas", o COLINA sentiu a necessidade de intensificar o processo de fusâo com a VPR, iniciado no ano anterior, e acelerar os trabalhos de incorporação de outros grupos.
Já havia, desde meados de 1968, no Rio Grande do Sul, um grupo, ainda sem nome, que atuava no meio operário, publicando os jornais "União Operária" e "O Rebelde". Embora não tivesse programa e nem estatuto, defendia as posições foquistas e articulava-se em torno do advogado Carlos Franklin Paixão Araújo,com cerca de 30 militantes 
Em novembro de 1968, Carlos Alberto Soares de Freitas já havia feito uma reunião com o grupo numa chácara próxima ao bairro Ipanema, em Porto Alegre, e, em fins de janeiro de 1969, Maria do Carmo Brito  convidou esse grupo gaúcho para uma reunião em março na qual se integraria ao COLINA. Ao mesmo tempo, o COLINA fazia contatos com outros grupos, da Bahia, de Goiás e do próprio Rio Grande do Sul. No início de março foi realizada a reunião prevista na Rua Miguel Lemos, no bairro de Copacabana, à qual compareceram representantes desses grupos . 
Participaram da reunião: Carlos Alberto Soares de Freitas, Juarez Guimarães de Brito, Maria do Carmo Brito, Apolo Heringer Lisboa, Herbert Eustáquio de Carvalho, Inês Etienne Romeu, Helvécio Luiz Amorim Ratton e Dilma Vana Rousseff Linhares, pelo COLINA; Carlos Franklin Paixão Araújo e Antonio Luiz de Carvalho, pelo Rio Grande do Sul; Rafton Nascimento Leão, por um grupo de Goiás; Raul David do Valle Júnior e Ida Furstein do Valle, por Brasília; e um elemento de codinomes "Fábio" e "Patrício", representando um grupo da Bahia.
Nas discussões políticas, ficou claro que, para o COLINA, o caráter da revolução era socialista, mas com uma etapa de libertação nacional. Decidiram fazer uma nova reunião, dentro de 60 dias, para efetivar a fusão e deslocar dois militantes do COLINA, Liszt Benjamin Vieira e Cláudio Galeno de Magalhães Linhares ( na época marido de Dilma Rousseff), para intensificar os trabalhos no Rio Grande do Sul.
Ainda no mês de março, o COLINA recebeu a incorporação de dois novos grupos, centrados na Guanabara: o Núcleo Marxista-Leninista  e a Dissidência da Dissidênçia, engrossando seus efetivos e tornando mais forte e importante a organização.
Em 31 de março de 1969, o COLINA executou o assalto ao Banco Andrade Arnaud, na· Rua Visconde da Gávea, nº 92 na Guanabara, onde foram roubados cerca de 45 milhões de cruzeiros e foi assassinado o comerciante Manoel da Silva Dutra.
Em fins de abril, o COLINA realizou um pleno numa casa em Petrópolis, com duração de cerca de 10 dias, ao qual compareceram ,os mesmos representantes dessa organização que estiveram na renião do início de março, com exceçao de Inês Etienne Romeu, e procederam a integração dos grupos do Rio Grande do Sul, de Goiás, da Bahia e de Brasilia. Foi aprovado um novo Programa que apesar de ainda ser, foquista, sustentava a necessidade de realizar um maior trabalho operário e definia o caráter da revolução como sendo socialista, eliminando-se a etapa de libertação nacional. Foi aprovado, também, um projeto de Estatuto e eleito o novo Comando Nacional - CN-, do ex-COLINA.
A partir desse pleno, a organização passou a assinar seus documentos como "ex-COl.INA". O novo CN era integrado por Carlos  Alberto Soares de Freitas, Juarez. Guimarães de Brito, Maria do Carmo Brito, Herbert Eustáquio de Carvalho, Carlos Franklin  Paixão Araújo, Dilma Vana Roussef Linhares e  Carlos Avelino Fonseca Brasil.
Na tarde de 15 de maio, militantes do ex-COLINA assaltaram o Banco Mercantil de Niterói, agência do Mercado São Sebastião, na Avenida Brasil, roubando cerca de 12 milhões de cruzeiros.
Alguns dias depois, houve a primeira reunião do novo CN, em Copacabana, onde foi fixada a estrutura orgânica e foram setorizados os membros da direção, além de traçados os planos para a fusão com a VPR.
Em 28 de maio, após intensa perseguição e tiroteio, foram  presos os militantes Fausto Machado Freire e Marco Antonio de Azevedo Meyer, logo após terem roubado um Aero-Willys, na Rua Barão da Torre, em Ipanema .
A última ação do ex-COLINA, enquanto organização, foi o assalto à agência Urca do União de Bancos Brasileiros, na Guanabara, em 16 de junho de 1969, de onde foram roubados cerca de 27 milhões de cruzeiros. A partir desse mês, foi feita a fusão da organização com a VPR, dando  origem à Vanguarda Armada Revolucionãria-Palmares - VAR-Palmares.

 



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Comentários
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Dar moleza - Eis o resultado IP:201.86.43.xxx | 04-01-2010 12:52:48
1. Qualquer assessor palaciano da equipe -antes de José Dirceu- e hoje de Dilma Rousseff pode informar que Lula não lê detalhes de decretos e muito menos dos atos e processos que assina. Ou ouve no despacho, antes com ele e agora ela, seja em terra ou ar (no aerolula), ou recebe um bilhetinho anexo, fazendo um resumo do que vai assinar. Mesmo no caso dos vetos, é assim que decide, a menos que a imprensa divulgue os conflitos relativos aos vetos ou não vetos. Aí ele interfere um pouco mais.

2. No caso do "Decreto-Revanche" que estuprou a Lei de Anistia, certamente não leu. Lula diz isso e podem acreditar. Não faria isso em final de governo, estressando uma relação que tão bem estabeleceu com Delfim Neto, com os militares, etc. Curiosamente, o El País (Espanha) deu a notícia da "Comissão da Verdade", ou se preferir, "da Revanche", antes da imprensa brasileira. Este Ex-Blog anotou isso no dia. Sem debate, o decreto foi explicado por Dilma a Lula, antes de assinar, que se tratava apenas de levantamentos sobre atos conhecidos e não suficientemente divulgados. E Lula, querendo agradar a esquerda do PT, assinou satisfeito.

3. A consequência grave desse fato é dupla. Por um lado, atropela um longo processo de transição democrática, onde a Lei de Anistia, vindo logo após a Emenda Constitucional número 11, era parte central e consensual. E desperta fantasmas que estavam mortos e sepultados, de um lado e de outro. Quando Lula -que como deputado, ele e a bancada do PT não assinaram a Constituição de 1988- decidiu nos 20 anos da Constituição criar medalha e ele mesmo entregá-las em solenidade, sinalizou que estava "assinando" de forma retroativa a Constituição que a esquerda do PT o fez não assinar. Portanto, o "Decreto-Revanche" não pode ter partido dele, nem ter sido entendido assim por ele.

4. Por outro lado -o que é mais grave- expõe a natureza íntima de Dilma Rousseff. Isso cria enormes dúvidas sobre seu comportamento se chegasse à Presidência da República. A escolha de Marco Aurélio Garcia para sua coordenação de campanha é um sinal claro de uma opção chavista, embora oculta nas entrevistas e discursos dela. E agora -tão grave ou mais- mostra que sua natureza política a remete aos anos 60 e 70 e que ainda usa a régua e o compasso de uma visão não democrática, onde a esquerda-antiga (dela) no poder, será a exclusão dos que tem outras ideologias políticas. Ou seja, a ditadura -bem ou mal disfarçada- de uma burocracia política uma vez vitoriosa.

5. É isso o que assusta. Se o comissário Tarso "Beria" Genro acha que se pode fazer uma mudancinha no decreto, está redondamente enganado. Esse decreto tem que ser cancelado liminarmente. Será inevitável que a oposição recorra ao STF para garantir essa anulação, afirmando a letra e o conteúdo da EC 11 e da Lei de Anistia.

Cesar Maia
Carlos Vilmar - Comissão da verdade 100% de hi IP:200.198.194.xxx | 04-01-2010 15:55:08
O país precisa entender de uma vez por todas que os guerrilheiros e terroristas derrotados em 1964 são inimigos do Brasil. O interesse desse pessoal, além das indenizações milionárias, é o comunismo, só não vê quem não quer ver. As FFAA são o único motivo porque eles ainda não deram o golpe final, por isso a permanente perseguição e o sucateamento.
Brasil acima de tudo.
Incognitus - Perca de tempo IP:189.112.246.xxx | 04-01-2010 16:53:56
Desconheço o texto e conteudo de tal projeto motivo pelo qual fico limitado em minhas considerações. Mas o pouco conhecimento que tenho me indica um unico caminho; se revogarem a anistia os bandidos serão levados aos bancos dos reus sera que é o que querem?
Quanto aos representantes do ESTADO estão isento de qualquer problema com a Justiça a saber:
1 - Não agiram por questão ou motivos particulares representavam o ESTADO.
2 - Acionar o ESTADO torna-se inocuo poius que ja receberam e recebem polpudas indenizações por seus crimes contra a Patria e a sociedade.
3 - Se Dilma pensa em se vingar de algum DELATOR coisa muito comum entre eles, Genuino que o diga, o tiro pode sair pela culatra e de repente teria que explicar alguns assaltos responder pelas vidas ceifadas nestes e em atentados terroristas, tbm tem a questão financeira explicar onde foi parar aquela dinheirama.
Luiza Fraga - Quasímodo IP:189.25.37.xxx | 04-01-2010 21:06:54
Tinha que ter o dedo (mão inteira) do Franklin Martins...como não!?
Esta história para boi dormir de que Lula não "sabia de nada" não cola. O projeto passou pela Casa Civil, tem vistos de sua Ministra+Candidata Dilma e, consequentemente, dele. Irresponsabilidade tem limite...

Esta tal Comissão de Verdade É PROVOCAÇÃO AOS MILITARES DESDE SUA FORMAÇÃO (haja vista o nome, "Verdade").

É MESMO??? Quem vai me contar a verdade para eu não ter mais pesadelos? oiS Egressos do MR-8, VAR-PALMARES, ALN, COLINA, POLOP??

São de uma boçalidade a toda prova, mas insistem no fito dos anos 60/70, Brasil vir a ser uma sucursal do Inferno, digo, de Cuba.

Tentaram a desmoralização das FFAA em face do povo. Nada mais irresponsável. Se, ao invés de brincarem de explodir aviões e aeroportos, assaltar, torturar, seqüestrar, etc e tal, tivessem realmente frequentado as aulas que matavam (viu, além dos colegas matavam aulas também) nas Universidades, saberiam que um Exército só se levanta para DEFENDER O POVO E A NAÇÃO.


Este PNDH-3 conseguiu, de uma vez só os seguintes desastres:

Da inconstitucionalidade da proposta da comissão de editar nova lei - aberração total, um quasímodo jurídico, burlar o Processo Legislativo Constitucional debaixo de nossas barbas;

Da formação de um Tribunal de Exceção, algo vedado com todas as forças pela CF, como estabelece o inciso XXXVII do artigo 5º- O QUE TRATA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS EM CLÁUSULAS PÉTREAS.

"não haverá juízo ou tribunal de exceção".

ESTÃO TOTALMENTE PERDIDOS E, COMO SEMPRE, SE CONTRADIZENDO. AGORA, ESTA HISTÓRIA NÃO ESTÁ ENCERRADA NÃO...ESTÃO TESTANDO...ESTÃO MEDINDO FORÇAS...
Ingonitus - A Sra Luiza Fraga IP:189.112.246.xxx | 04-01-2010 21:38:03
Coberta de razão em suas considerações e o que segue abaixo que sirva de alerta senão ja ja teremos que assistir a "justiçamentos" e enforcamentos a "la Ahmadinejad"

"ESTÃO TOTALMENTE PERDIDOS E, COMO SEMPRE, SE CONTRADIZENDO. AGORA, ESTA HISTÓRIA NÃO ESTÁ ENCERRADA NÃO...ESTÃO TESTANDO...ESTÃO MEDINDO FORÇAS.."

Não se menospreze este alerta
Um Católico - P/ Editora IP:187.16.247.xxx | 04-01-2010 22:40:34
Eu acho que os Católicos Apostólicos Romanos que estavam sintonizados naquela manhã de quarta-feira do dia 23 de dezembro de 2009, com certeza, lembraram da importância daquele pedido do Papa Bento XVI quando esteve no BRASIL e fez um grande pedido ao presidente Luiz Inácio, ou seja, que ele oficializasse o catolicismo como a religião principal no Brasil, porque também acho que a nossa Santidade Maior da Igreja Católica, representando o Vaticano, parece que estava adivinhando que algum dia poderia ter algum problema relativo à POLÊMICA, principalmente por certas coisas que tem a ver com a Igreja Católica, por exemplo, por pessoas que trabalham na GRANDE MÍDIA.
Óbvio, estou recordando disto por que tenho certeza que os católicos que assistiram ou ouviram em tv aberta - rede nacional; pode ter achado também que a apresentadora Silvia Popovick do programa DIA DIA/ BAND, estaria defendendo Geisi por ter entrado de mini-saia curta e vermelha dentro de uma Universidade.
E para quem não estava ligado, perceba abaixo o que disse a apresentadora para todo o território nacional, às 10 horas e 34 minutos: “UM VESTIDINHO DESTE DÁ PRA IR ATÉ A MISSA”.
Aliás, doze minutos depois, ou seja, ouvimos às 10h46 neste mesmo programa da Band: “Está fazendo tanto sucesso no centro de SP” (na 25 de março - Braz);
Portanto, finalizo meu comentário, com essa frase dita por uma jovem: “DEPOIS QUE ELA APARECEU NA TELEVISÃO, ARRASOU”. Ora.
PS: Nada contra este canal, apresentadora e muito menos essa jovem, apenas como um católico também gostaria de conhecer ou saber a opinião sobre este assunto, porque até agora não ouvi, assisti ou li um comentário por parte dos Bispos da CNBB.
Um Brasileiro - P/ um Católico IP:201.5.151.xxx | 05-01-2010 22:55:30
Primeiramente não posso deixar de agradecer a informação vinda de um grande jornal brasileiro.
Mais é triste ter que recordar o que milhões de cidadãos brasileiros leram sobre outra polêmica envolvendo um PADRE da Igreja Católica. Portanto, repare o que está escrito na primeira e segunda página do jornal O Dia, domingo 13 de dezembro de 2009:
"Padre da Z. Oeste é acusado de revelar confissão e seduzir fiel";
"Polêmica dentro do Confessionário - Fiel acusa padre de Pedra de Guaratiba de revelar segredos de confissão e de seduzir sua namorada".
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