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A Verdade Sufocada, o Livro
15 de outubro de 2010
 
MANIFESTO (Atualizado em 01/05/2012 18:39hs)
10 de março de 2012
Alerta à Nação  
"ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”
Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar (leia aqui), a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo. (...) Assinam, a seguir, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e demais militares e civis por ordem alfabética:
CLIQUE AQUI PARA ABRIR A LISTA DE   >>>>>  OFICIAIS GENERAIS
INTEGRANTE DO JUDICIÁRIO:
         Desembargador
TJ / RJ Bernardo Moreira Garcez Neto
INTEGRANTES DO LEGISLATIVO:
         Deputado Federal Jair Bolsonaro
         Deputado Federal Paulo Cesar Quartiero

 
 
16/05 - Para a Sra Eliane Cantanhêde
16 de maio de 2012
Comentário que postei no Blog da Sra Eliane Cantanhede, hoje, sobre seu artigo "A verdade que doi", mas que, me parece, não foi aprovado para publicação.
Por Paulo Chagas 
Sra. Eliane
A Sra, como jornalista comprometida com a verdade, com certeza, terá condições de saciar algumas curiosidades que a minha falta de informações e "fontes" confiáveis impede de conhecer:
1. O interrogatório truculento de prisioneiros do Estado foi uma invenção dos militares brasileiros que na década de 60/70 enfrentaram o terrorismo de esquerda no Brasil, ou esta é uma prática que remonta de outros tempos?
 
16/05 - Carta de um pai
16 de maio de 2012
Filho, 
Acabei de ler o livro A Verdade Sufocada, do Cel. Carlos A. Brilhante Ustra, difamado e tido como torturador do regime militar. 
Foi um período no qual vivi e, de muitas maneiras, participei dos eventos da época. Posso atestar que quem quiser saber realmente o que aconteceu nessa fase da história do Brasil, que durou 21 anos e que você somente vivenciou quando muito criança (até os 10 anos), deveria ler esse livro.
Não vi discrepâncias naquilo que ele escreveu. Pelo contrário, muita sinceridade e até um pouco de ressentimento pela falta de reconhecimento em função de duas coisas, em minha opinião: 1. Os milicos não davam muita satisfação do que faziam e nem mesmo porquê. .

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16/05 - Jobim desmente Vannuchi
16 de maio de 2012
Houve acordo para apurar esquerda, diz ex-ministro
Folha de São Paulo - 16/05/2012
Para Jobim, acerto para comissão previu investigação sobre luta armada
Ex-secretário de Direitos Humanos nega ter aceito condição proposta durante negociações da lei
Diógenes Campanha de São Paulo
A Comissão da Verdade, que será instalada hoje, colocou em contradição dois ex-ministros que participaram das negociações para a criação do órgão.
 
16/05- Carta da viuva de um capitão
16 de maio de 2012
Meu Nome é Maria Helena Milano Davoli
Estive casada por mais de 39 anos com o  Cap Dalmo. hoje seria Gal Dalmo. Integro, honesto , vi com meus olhos chegar em casa um bau repleto de dólares, ele imediatamente chamou a Policia Federal na Época Dr. Romeu Tuma e entregou o Bau cheio de dólares, a ele. Quem hoje faria isto?????
Graças a Deus morreu, pois se estivesse vivo morreria de ver tanta vergonha neste nosso Paiz. Nunca foi comentado em minha casa nada do que ocorria na então Operação Bandeirantes eu nem tinha ideia do que era,,,, só via meu marido trabalhar demais... sumir sem saber onde estava, nunca sabia se voltaria ou não, chegando na maioria das veses doente sujo e faminto.....machucado etc.....
Houve uma guerra que foi contada só por um lado o outro se calou pois cortaram as cabeças dos melhores e foram  formando Oficiais mudos , que nem sabem o que houve.
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16/05 - Militares reagem à declaração de que investigação não tem 2 lados
16 de maio de 2012
Após entrevista de diplomata ao ‘Estadão’, generais da reserva dizem que integrantes da comissão não são parciais
Tânia Monteiro - O Estado de S.Paulo
O foco de trabalho da Comissão da Verdade e as declarações dadas nesta terça-feira, 15, ao Estadão pelo diplomata Paulo Sérgio Pinheiro, um dos sete integrantes do grupo, desencadearam reações no meio militar.
O general da reserva Marco Antônio Felício da Silva defendeu que "nenhum militar" se apresente para prestar depoimento à Comissão da Verdade, mesmo se convocado. Felício foi o autor do manifesto assinado contra a criação da comissão que foi endossado por 1.568 militares da reserva, sendo 130 generais, além de 1.382 civis.
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16/05 - Opiniões divergentes
16 de maio de 2012
  
           Jose Carlos  Dias
Radicais da caserna vão resgatar o Cofre do Adhemar
Por Raymundo Costa | De Brasília - Valor Economico - 16/05/2012
As negociações que levaram à instituição da Comissão da Verdade, a ser instalada hoje, foram tensas e demoraram mais de ano para ser concluídas. No processo, o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim teve de assegurar aos militares que não haveria revisão da Lei da Anistia e que a história dos dois lados deveria ser contada.
 
15/05 - Ex-advogada de Dilma flerta com o revanchismo
15 de maio de 2012
  Membro da Comissão da Verdade, ex-advogada de Dilma flerta abertamente com o revanchismo e ignora texto da lei que lhe garante a função
Por Reinaldo Azevedo - http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/
Um babão medíocre e puxa-saco afirmou em sua pagineta que incentivo o ódio. Ele certamente chama “ódio” o debate aberto de ideias e a defesa de um princípio: o de que os agentes da lei devem,
  
 Rosa Maria C Cunha-ex advogada
de Dilma, Carlos Franklin Paixão ,
de Araújo , ex-marido de Dilma, 
Maria Amélia e outros presos
em primeiro lugar, respeitar… as leis. Modéstia às favas, ninguém discutiu com tantos detalhes a tal Comissão da Verdade como fiz neste blog. O texto mais relevante está aqui. Anteontem, um dos membros do grupo, José Carlos Dias — que foi advogado de presos políticos e ministro da Justiça, por algum tempo, do governo FHC —, afirmou o óbvio, a saber:
a) a Comissão da Verdade não pode rever a Lei da Anistia;
b) a Comissão da Verdade pode, sim, apurar também os crimes da esquerda. 
 
15/05 - ENTREVISTA DE PAULO SERGIO PINHEIRO
15 de maio de 2012
 

  Não houve ambos os lados? A comissão não se destina a 
 alimentar polêmicas sobre ações de esquerda que pegaram
 em armas?
Essas vítimas não existiram? Seus parentes não
 tem o direito de saber em que circunstâncias morreram e
 quais foram seus assassinos? Não haverá polêmica sobre a
 motivação para a luta armada?
 Quem tem medo da verdade? Os militares ou os ex-membros
de organizações que pegaram em armas para implantar uma
ditadura do
 proletariado? 
 Sem polêmica, sem se ouvir os dois lados qual o direito à me-
 mória e à verdade que a sociedade terá direito?  
 Moral da história: a sociedade receberá uma versão oficial
que, certamente, jogará para baixo do tapete os crimes e a
motivação dos "resistentes" e simpatizantes, hoje no poder .

Roldão Arruda - estadão .com - 15/05/2012
O diplomata e acadêmico Paulo Sérgio Pinheiro acompanha e participa dos debates em torno da Comissão Nacional da Verdade desde que a ideia começou a ser oficialmente formulada, há quase dois anos. Também já acompanhou trabalhos semelhantes em outros países. Esses foram fatores que influenciaram a decisão da presidente Dilma Rousseff, quando o escolheu para integrar o time de sete personalidades que vai conduzir o trabalhos na comissão.
Às vésperas da sua instalação oficial, marcada para amanhã (16), em Brasília, Pinheiro afirma que a comissão não tem caráter revanchista, mas também não se destina a alimentar polêmicas sobre as ações de organizações de esquerda que pegaram em armas para enfrentar a ditadura, como desejam militares da reserva.. O papel da comissão será a análise de casos de violações de direitos humanos cometidas por pessoas investidas no papel de representantes do Estado. “Nenhuma comissão da verdade teve essa bobagem de dois lados”, diz ele.
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