|
08 de fevereiro de 2010 |
|
Por meio da página que o jornalista Políbio Braga mantém na rede mundial, tomei conhecimento do lançamento, pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, da coletânea "A Ditadura de Segurança Nacional no RS". Interessado pelo assunto, busquei a coletânea na página da AL/RS. Trata-se de quatro volumes onde seus autores pretendem contar "a verdade" sobre o período do governo militar e seus reflexos no Estado gaúcho. O primeiro volume, "Da Campanha da Legalidade ao Golpe de 1964", com 272 páginas, se propõe a descrever a situação no RS no período que precedeu a Contra-Revolução de 1964. O segundo volume "Repressão e Resistência nos anos de Chumbo", com 302 páginas contém, como diz seu título versões de pessoas atuantes no combate ao governo implantado em 1964. O terceiro volume, com 290 páginas trata sobre "Conexão Repressiva e Operação Condor", com textos sobre a interação entre organismos de segurança dos países do chamado Cone Sul, objetivando o combate aos grupos terroristas que agiam na região..
|
|
|
08 de fevereiro de 2010 |
| Carlos Alberto Marques Soares - Ministro do STM | Carlos Alberto Marques Soares - O Globo Tem-se falado muito acerca da revogação da Lei da Anistia como ponto de destaque do Programa Nacional dos Direitos Humanos.Acontece que o que seria um grande Programa restou maculado de um equívoco jurídico imensurável, uma inconstitucionalidade que desconhecemos casos similares, quer na história jurídica pátria, quer na política.Assim vejo dentre os grandes erros gravíssimos e que serão irreparáveis, o jurídico e o político. O equívoco jurídico macula princípios constitucionais, em especial, da segurança jurídica em que uma Lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da República seria revista retroagindo a 30 anos para mudar todos os objetivos políticos que envolveram a Nação em 1979. Poderíamos afirmar que a Lei da Anistia foi a lei da pacificação nacional, anseio de todo o povo brasileiro quer da situação ou governo, quer da oposição, dos chamados subversivos, dos terroristas, dos assaltantes de bancos e de quartéis. Conseguiu-se a muito custo e discussão que o governo da época soube, com firmeza, acolher o clamor popular em detrimento de alguns, dentro e fora da caserna que discordavam da edição da Lei da Anistia nos termos propostos. O país soube trazer a conciliação e a paz nacional. Aplicou-se a Lei da Anistia sem qualquer inconformismo até a casos ocorridos após sua promulgação.Texto completo
|
|
|
08 de fevereiro de 2010 |
 | | Rainha Carlota ? Só se for rainha do cangaço !... |
Por Rubem Azevedo Lima - Correio Braziliense Escolhida por Lula como candidata a candidata, cuja candidatura ainda não se ratificou em convenção, a ministra Rousseff, graças à leniência da Justiça, aquece o clima eleitoral e faz o que pode para inculcar o voto do eleitor. Hoje, ela diz que “gostaria de ser sucessora do atual presidente”. Como Carlota Joaquina, a ministra, embora jejuna em política e sem a experiência da rainha em intrigas de alto bordo, parece ter a mesma volúpia pelo poder. No caso, a ministra age em terreno aparentemente propício, tentando pegar a popularidade alta do presidente. Tal fenômeno, que não é doença, não se transmite, como a ministra quer.
|
|
|
08 de fevereiro de 2010 |
| | Campanha escancarada até no exterior ? |
Agencia O Globo O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou ontem, em seu programa semanal de rádio e TV “Alô, presidente”, que o governo dos Estados Unidos “jogará tudo” nas eleições deste ano no Brasil — o que levaria o país, segundo ele, a uma guinada à direita. Ele disse esperar que a ministrachefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, vença o pleito. — Estamos seguros de que o império norte-americano vai jogar tudo para que ganhe a direita no Brasil — disse Chávez, para em seguida completar:
|
|
|
07 de fevereiro de 2010 |
| 07/02 - Programa Expressão Nacional |
NÃO PERCAM E DIVULGUEM. O Gen ROCHA PAIVA estará no próximo dia 09 de fevereiro, às 21:30 h, na TV Câmara, no programa Expressão Nacional, onde participará de um debate sobre o PLANO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS - PNDH, com a presença de dois deputados federais e dois cientístas políticos (da Unicamp e UnB). O programa será ao vivo e poderá ter a participação dos telespectadores através do 0800 ou e-mail. |
|
|
|
06 de fevereiro de 2010 |
|

O Coronel de Cavalaria Gerson Pinheiro Gomes (ao centro), ex-Comandante do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro, serviu no 10º Contingente no Haiti como G-7 (Oficial de Comunicação Social) tendo voltado de lá em agosto. Morava em Brasília e mudou-se agora para o Rio, pois deveria começar a cursar o CEPEAEX (Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército) quando ocorreu a tragédia do terremoto naquele país. Perdeu muitos amigos e amigas, já que tendo ficado em Porto Príncipe por oito meses e naquela função onde recebia jornalistas, autoridades e demais visitantes conhecia muita gente. Foi chamado de volta e está trabalhando junto ao General Floriano Peixoto, o brasileiro que comanda todas as tropas de todos os países da MINUSTAH. Pedi permissão para publicar parte da troca de mensagens comigo e outros amigos que aqui no Brasil, preocupados, pediam notícia já que, como conhecedor do ANTES, seu depoimento sobre a situação atual é rico e precioso.
Nota do Editor do site http://www.sangueverdeoliva.com.br, que também edita um dos mais completos sites sobre a operação brasileira no Haiti. http://www.sangueverdeoliva.com.br/onu/ Texto completo
|
|
|
06 de fevereiro de 2010 |
Documento que pode servir de base para projeto de governo de Dilma prega maior presença do Estado na economia Segundo Pimentel, que integra coordenação de pré-campanha, texto ainda será analisado pela Executiva e contem apenas diretrizes Daniel Marengo/AgênciaRBS - DA REPORTAGEM LOCAL- Folha de São Paulo Um documento interno do PT que pode servir de base para o plano de governo da pré-candidata do partido, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), prega uma maior presença do Estado na economia e tem propostas à esquerda do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Com diretrizes para um plano de governo, o texto intitulado "A Grande Transformação" foi apresentado na reunião da Executiva Nacional do partido em Brasília, nessa semana. O texto, divulgado ontem pelo jornal "O Estado de S.Paulo", deverá receber modificações dos dirigentes antes de ser apresentado no 4º Congresso Nacional do PT, de 18 a 20 de fevereiro -evento que aclamará Dilma candidata ao Planalto. "É um projeto inicial de diretriz, que ainda será debatido pela executiva e emendado no congresso [do partido]. É um projeto do PT, não significa que vai ser o programa de Dilma", afirmou o presidente eleito do partido, José Eduardo Dutra.
|
|
|
05 de fevereiro de 2010 |
A verdade sobre o terrorismo no Brasil - Parte IV Alguns detalhes interessantes da vida clandestina da guerrilheira, Estela, Wanda, Luiza ou Patrícia codinomes de Dilma Vana Rousseff Linhares , ministra da Casa Civil e candidata à presidência da República pelo PT Produzido pela editoria do site www.averdadesufocada.com - Que em 1965, com 17 anos, Dilma entrou para Escola Estadual Central, um centro de agitação do movimento estudantil secundarista, e começou sua doutrinação. Dois anos depois militava na Política Operária - POLOP ? - Que a POLOP foi criada em 1961 e teve origem no Partido Socialista Brasileiro e já agia muito antes da contra-revolução ? - Que, em 12 de março 1963, a POLOP apoiou e orientou a subversão dos sargentos em Brasília - 600 militares , entre cabos, sargentos e suboficiais da Marinha e Aeronáutica, apoiados pelo dirigente da POLOP Juarez Guimarães de Brito, que se deslocou do Rio de Janeiro para Brasília, se rebelaram e ocuparam a cidade. Dominada a rebelião duas pessoas estavam mortas;o soldado Divino Dias dos Santos e o motorista civil Francisco Moraes ? - Que ainda nessa época, a POLOP concitou o PCB, através de uma "Carta Aberta", a romper com o reformismo e com o governo de João Goulart. ? - Que logo após, a POLOP passou por uma fase de muita polêmica quanto às linhas de ação a serem seguidas para decidir o melhor método para implantação do comunismo no Brasil. Uma ala defendia a formação de uma Assembléia Nacional Constituinte e outra dava prioridade à luta armada . Dilma, aos 20 anos, inclinou-se para a luta armada e juntou-se ao grupo que optou pela violência ?. Texto completo
|
|
|
05 de fevereiro de 2010 |

| IPHAN diz que a bandeira não combina com o ambiente. Três mil pessoas participam de um abaixo assinado. IPHAN diz que não importa, pois a bandeira não voltará, independentemente da vontade popular. Está decidido.
|
Bandeira brasileira é alvo de polêmica em área tombada pelo Iphan em Cabo Frio - Por Jacqueline Costa e Paulo Roberto Araújo - O Globo
RIO - Uma polêmica, que tem como foco a bandeira brasileira que tremula no ponto mais alto da cidade, está mobilizando moradores e turistas de Cabo Frio, na Região dos Lagos. A pedido do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o símbolo nacional foi retirado, há duas semanas, do alto do Morro da Guia, no Centro da cidade.
O superintendente regional do Iphan, Carlos Fernando Andrade argumenta que o mastro e a bandeira interferem na ambiência do conjunto arquitetônico, formado pela Capela Nossa Senhora da Guia e pelo Convento e Igreja Santa Maria dos Anjos, tombados pelo órgão desde 1957. A cidade, contudo, está mobilizada para que a bandeira volte ao local, um dos pontos mais visitados da cidade.
O Iphan concedeu, em 2003, uma autorização temporária para a instalação do mastro e de uma bandeira da cidade em comemoração aos 500 anos da chegada do navegador Américo Vespúcio a Cabo Frio. Depois de retirada a bandeira comemorativa, foi hasteada a bandeira nacional. Texto completo
|
|
|
05 de fevereiro de 2010 |
| | Mário Covas |
Wagner Gomes - O Globo SÃO PAULO. O ex-governador de São Paulo Mario Covas, morto em 2001 em decorrência de um câncer no intestino, foi considerado ontem pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça vítima da ditadura militar, e sua família receberá uma indenização de R$100 mil. A decisão foi anunciada em São Paulo pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, durante reunião da Caravana da Anistia, na sede da Força Sindical, onde foram julgados 88 processos de pessoas perseguidas politicamente durante o regime militar, de 1964 a 1985.
|
|
|