Sou leitor e telespectador assíduo das suas crônicas, o que se deve, sobretudo, aos atributos que identifico nas suas palavras: autenticidade, objetividade, transparência, independência e coragem moral. Em suma: o senhor não “dá a entender” nem “diz nas entrelinhas”. Portanto, gostei muito da sua fala na TV sobre o “Movimento X”; naquela ocasião, era o que tinha de ser dito, talvez no intuito de provocar uma reação. Mas lamentei muito a sua retratação no ‘PASSE LIVRE’ VALE MAIS. É quase certo que, ao escrevê-la, o senhor não sabia o que aconteceria durante o “Encontro” com a Fátima Bernardes e o Pedro Bial nem o que diriam, em suas colunas de hoje, 18.06.2013, o Ancelmo Gois e o Marco Antonio Villa. Assim, continua no ar “a pergunta de um milhão de dólares” do Ancelmo: “O que querem mesmo...?” Querem protestar contra as tarifas do transporte urbano? Não é possível, pois o problema não está no preço do serviço, mas sim nas condições que oferece aos seus usuários, tema exaustivamente explorado pelo “RJ TV”. Querem protestar contra a fortuna gasta nos estádios para a Copa das Confederações, em prejuízo da Educação e da Saúde? Não dá, pois quem tinha de roubar já roubou. Querem protestar contra a corrupção, o loteamento de cargos e a PEC 37? Bom, aí o buraco é mais embaixo, pois a responsabilidade recai sobre o partido no poder, e não há “lacaio da direita fascista” que tenha interesse ou coragem para gritar, no meio da multidão pacífica e apartidária, “Fora Lula! Fora Dilma! Fora PT!”. Querem dizer que não têm partido político? Então expliquem as presenças do PSTU e do movimento “Juntos”, em cujo registro na Internet o nome da responsável, a Sra. Luciana Genro, foi sábia e oportunamente substituído pelo de um João-ninguém. Seja como for, não deixarei de ser seu fã. Mas, por favor, me responda: de onde vieram as inúmeras críticas que o levaram a retratar-se?
Ex-procurador geral da República ocupava a coordenação do grupo Familiares de ex-perseguidos políticos querem evitar renúncia de Fonteles Evandro Éboli - Carolina Brígido globo.com - 18/06/2013 - 15h21
O coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Claudio Fonteles, pede demissão do cargo por divergências internas BRASÍLIA — O ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles renunciou ao cargo e está deixando o grupo alegando desentendimentos internos. O pedido de renúncia de Fonteles, onde diz que a decisão é irreversível, já está na mesa da presidente Dilma Rousseff. O ex-procurador da República fazia parte do grupo formado integrantes indicados por Dilma.
O que fazia Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL no meio desses protestos, compostos, na grande maioria por jovens?
Caros amigos Por PChagas Estou acompanhando, assistindo e lendo tudo que posso para tirar uma conclusão consolidada sobre as manifestações radicais que se espalham por todas as capitais do Brasil. Já participei de manifestação, passeata, contra a corrupção, aqui em Brasília. Levei a família, inclusive meu neto mais novo. Achei ótimo, valeu a pena. Muitas palavras de ordem, gente cantando, faixas e bandeiras, nada de partidos políticos! Muita ordem e respeito à coisa pública.Assim, posso dizer que sou a favor das passeatas e das manifestações públicas. Posso dizer também que sou visceralmente contra a baderna e o vandalismo. Estas atitudes não são apenas de protesto, mas de desafio ao poder público. A violência dessa turba só tem por objetivo provocar a reação da polícia e, portanto, me faz desconfiar de que haja por trás dela a mão suja dos especialistas em jogar estudantes idiotizados na "FOGUERA"(*). São os mesmos que incentivam os escrachos e as cusparadas na cara dos veteranos de 64, em frente ao Clube Militar! São os mesmos, ou seus herdeiros, que, no passado, levaram os estudantes ao Araguaia e à guerrilha urbana e que os abandonaram na selva e os justiçaram quando mudavam de opinião ou fraquejavam nas suas convicções revolucionárias.
Luiz Osório Marinho Silva - 17/06/13 Brasília, dia 15 de junho de 2013. Inauguração da Copa das Confederações, no Estádio Mané Garrincha, que custou aos cofres públicos do Distrito Federal mais de um bilhão e trezentos milhões de reais, obra que não resiste a nenhuma auditoria, por mais superficial que seja. Outros trezentos e cinco milhões de reais ainda serão gastos no estacionamento e no entorno.
Estádio praticamente lotado, com quase 70.000 pessoas, para assistir ao jogo entre o Brasil e o Japão. Depois da cerimônia de abertura, simples, mas bonita e bem organizada, já com os jogadores perfilados, é anunciada a presença da "presidenta" Dilma e do presidente da FIFA. Começa uma estrondosa vaia. Logo depois, Joseph Blater inicia um breve pronunciamento. A reação do público esmaece por alguns instantes. Quando o presidente da FIFA cita o nome da "presidenta" Dilma, a estrondosa vaia recomeça. Joseph Blater pede, por favor, aos amigos do futebol brasileiro, respeito e fair-play. As vaias não cessam e Dilma, visivelmente constrangida, com as imagens geradas para o mundo, apenas declara aberta a Copa das Confederações, com a sua voz abafada pela ruidosa manifestação de repúdio e de desaprovação da maioria dos presentes.
Ou, não estou vendo chifres em cabeça de cavalo Por Marco Antonio Balbi No seu livro Cadernos da Liberdade publicado em 2003 o General Sérgio Augusto de Avellar Coutinho escreveu sobre a "Via Pacífica" ou "etapismo" para a conquista do governo e a tomada do poder.
Os partidos brasileiros de esquerda estão na legalidade, participando regularmente do processo político do país. Todos lançaram candidatos próprios à Presidência da República nas eleições de 2002, exceto os partidos stalinistas, PC do B e PCB, que apoiaram a candidatura do PT. Portanto, as organizações revolucionárias marxistas, ao disputarem eleitoralmente o governo federal, estavam tentando realizar a primeira etapa da "via pacífica" para a conquista do governo e a tomada do poder no país, por si mesmos ou em aliança (frente popular) (PR) em melhores condições hegemônicas. No segundo turno, a frente popular reuniu todos os partidos de esquerda (revolucionários e reformistas) exceto os trotskistas e os fabianos, em torno do PT que, vitorioso, realizou com êxito a Revolução Nacional Democrática, a primeira etapa da "Via Pacífica".
Debate sobre preço e qualidade do transporte coletivo chegou às ruas Fernanda Godoy (Email • Facebook • Twitter) Publicado: 17/06/13 -
O Movimento Passe Livre já conseguiu botar a questão da dignidade nos transportes públicos em debate, mostrar que a inflação está incomodando as pessoas e expor a intolerância de autoridades e de parcelas influentes da sociedade brasileira. Até pela métrica sempre exigente com a qual se cobram resultados concretos de manifestações de protesto, são resultados expressivos. Quem achou que a discussão se dava em torno de “míseros R$ 0,20” ou que seria fácil reduzir os insatisfação a “baderna” vai ter que rever seus conceitos.
Quem efetivamente dá as ordens são pequenos grupos ultraesquerdistas. E o fazem para dar alguma satisfação aos seus exíguos militantes Por Marco Antonio Villa - 18/06/13 As manifestações ocorridas em São Paulo nas últimas duas semanas permitem algumas reflexões. Que o transporte coletivo é ruim e caro, para os padrões do serviço oferecido, ninguém discorda. Mas não é esta a questão que está no centro do debate. O que se discute é como combinar a defesa do Estado Democrático de Direito, a liberdade de manifestação e o direito de ir e vir. O que está ocorrendo em São Paulo não tem qualquer relação com as manifestações de Brasília ou do Rio de Janeiro. Nestas cidades, o centro das reivindicações são os gastos abusivos da Copa do Mundo e o abandono daquilo que afeta o cotidiano da população: a saúde, educação, etc. É como em 1968: enquanto no Rio a passeata dos 100 mil defendia a democracia, em São Paulo, no mesmo dia, teve o atentado terrorista contra o II Exército.
O promotor de Justiça Pedro Abi-Eçab, secretário executivo do Grupo Nacional de Combate ao Crime Organizado, braço do Ministério Público, há 10 anos.na carreira e doutor em Direito Constitucional pela PUC-SP, diz que a polícia sofre influência política.
A que atribui o cerco ao MP?
O Ministério Público, sempre atuando junto com outros órgãos de controle, tem colocado no bancos dos réus, e às vezes atrás das grades, uma casta que historicamente permaneceu saqueando impunemente os recursos do povo,
O Globo - 17/06/2013 Episódio aconteceu menos de uma semana após Datafolha detectar queda de popularidade da presidente BRASÍLIA Interlocutores da presidente Dilma Rousseff e líderes da base aliada minimizaram ontem a sequência de vaias que a mandatária levou sábado na abertura da Copa das Confederações, no Estádio Nacional Mané Garrincha, na capital federal. Apesar de o episódio ter ocorrido menos de uma semana após a pesquisa Datafolha apontar uma queda de oito pontos percentuais na popularidade da presidente, integrantes do Palácio do Planalto defendem que o episódio não representa a real percepção da população brasileira sobre ela. Eles ressaltam que a ampla maioria da população ainda avalia positivamente o governo federal.
Por Rubem Azevedo Lima - Correio Braziliense - 17/06/2013 O novo ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, exagerou ao tratar o escândalo do mensalão, afirmando que usaria o coração para julgá-lo, o que mereceu crítica do jornalista Guilherme Fiuza, no Globo de sábado 8 de junho,( Leia aqui ) pedindo-lhe para votar com o cérebro, como é dever de um jurista.Na mesma semana, sem considerações desse tipo, a revista Caros Amigos praticamente esgotou o assunto corrupção, com reportagens sérias sobre trapaceiros, tipo Maluf e outros mais. A Folha de S.Paulo revelou que Alagoas não dará mais by Text-Enhance" href="/http://imgsapp.impresso.correioweb.com.br/">prêmios a políticos alagoanos, por não haver nenhum sério no estado. Esse jornal diz ainda que uma editora (LeYa) publicará biografia não autorizada de José Dirceu, réu condenado no mensalão.
Portal Terra - 17/06/13 O quinto ato contra o aumento da passagem está marcado para começar às 17h de segunda-feira, no Largo da Batata Cartazes espalhados ao longo da avenida Paulista, em São Paulo, convidam para o novo protesto contra o aumento das passagens "Não é por centavos, é por direitos". É com esta frase que cartazes colados neste domingo em postes de sinalização ao longo da avenida Paulista chamavam a população a participar do quinto ato contra o aumento da passagem em São Paulo. O protesto está programado para começar às 17h de segunda-feira, no Largo da Batata, em Pinheiros. Outro panfleto que era distribuído nesta tarde, na região do Largo da Batata, trazia um longo texto impresso em uma folha de tamanho A4, que abria com um questionamento: como anda a sua vida? O material diz que os protestos começaram contra o aumento das passagens do transporte público, mas que agora os manifestantes querem muito mais.Panfleto distribuído no Largo da Batata diz que o movimento não é mais apenas pela passagem
"Queremos a liberdade de nossos companheiros presos, pelo fim da política de criminalização do nosso movimento! Queremos casa, comida, saúde, lazer, cultura, educação, enfim, queremos transformar a cidade em um lugar mais livre e igualitário. Queremos criar um mundo diferente para os nossos filhos, para as nossas gerações. Por isso chamamos a todos que se indignam e que sonham com a gente", diz o texto
Movimentos deste tipo, insuflados por militantes experientes, frequentemente descambam para a violência, o vandalismo e o terrorismo. Já vimos esse triste filme
Por Daniel Martins de Barros * - O Estado de S.Paulo - 17/06/13
O comportamento das multidões só começou a interessar aos cientistas no final do século 19, particularmente em
A multidão enfurecida incendeia um ônibus com passageiros dentro. É ou não uma bomba pronta a explodir... Preocupante, muito preocupante!
Paris, onde movimentos populares preocupavam os cidadãos que viam-nos frequentemente descambar para violência. Um dos primeiros teóricos a arriscar algumas explicações para a dinâmica das massas foi Gustave Le Bon, no seu clássico Psicologia das Multidões, de 1895. Le Bon acreditava que na reunião das pessoas surgia uma alma coletiva, minando a individualidade dos sujeitos. Inicialmente acreditava-se que a violência das massas era quase como um subproduto do comportamento irracional que surgia dessa perda dos freios individuais. O próprio Freud, ainda no começo do século 20 escreveu, inspirado por tais ideias, Psicologia das Massas e Análise do Eu, teorizando que a identificação com os líderes de grandes movimentos suprimiria a capacidade de autocrítica uma vez que o líder faria as vezes do superego, na terminologia psicanalítica, e a partir daí seria possível comportar-se de maneira antes inimaginável.
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira - 16/06/2013
Volta e meia, brasileiros desiludidos com os rumos caóticos que o desgoverno tem traçado para o País na busca da sua total dominação, comentam desairosos sobre a falta de atitude dos militares.
Apegados ao pensamento de que a esbórnia ultrapassou os limites, julgam que um poder moderador deveria expulsar a canalhada.
As Forças Armadas, segundo eles, seria o último bastião, visto que a sociedade bolsista abonada com maracutaias eleitoreiras, dificilmente adotará qualquer medida em prol de um Brasil democrático, principalmente, se isto lhe custar a perda de algum beneficio.
O país vive nos últimos dias situações de tensão de diversas origens que, misturadas à percepção crescente de pessimismo em relação ao futuro captada por pesquisas de opinião, podem levar a uma crise institucional de grave repercussão.
Não há ainda uma ligação direta entre os problemas econômicos que se avolumam e as manifestações nas ruas das principais cidades do país, como apressadamente alguns analistas estrangeiros registram.
Ruy Fabiano O profeta Gilberto Carvalho bem que avisou, no final do ano passado: “Em 2013 o bicho vai pegar”. Já pegou.
Os distúrbios originados em São Paulo, e que se alastraram por diversas capitais, tendo como pretexto aumentos irrisórios nas passagens de ônibus, não são o primeiro – e provavelmente não serão o último – sinal de que o bicho está solto.
Basta ver as igualmente orquestradas invasões de terras produtivas e devidamente tituladas (algumas há mais de um século) por índios e sem-terra no início do mês, igualmente secundadas por ações policiais, que resultaram em violência.
Escrito por Felipe Moura Brasil Mídia Sem Máscara - 16/06/2013
Jogo Brasil e Japão - Presidente da Fifa e Dilma Rousseff Vejam no link abaixo as vaias - uma manifestação pacífica de um povo insatisfeito com a política brasileira!...
O terrorismo — defendido abertamente por Marx — não é o lado lamentável de uma "manifestação" pacífica, como a grande mídia quer fazer crer. Ele é a essência e a razão de ser do ato, legitimado pela presença numerosa de desavisados (os "idiotas úteis", diria Lenin) mais ou menos pacíficos. Quem não se admite ignorante precisa depois se admitir idiota. Quem não se admite idiota precisa depois se admitir manipulado. Quem não se admite manipulado precisa depois se admitir cúmplice de crime. Quem não se admite cúmplice de crime precisa depois se admitir delinquente. Quem não se admite delinquente precisa depois se admitir bandido... E assim por diante, na escalada possível do ativismo juvenil.
O tamanho do esforço psicológico necessário para a própria salvação vai aumentando de acordo com o nível de estupidez e presunção alcançado.
Blog do Aluízio Amorim sexta-feira, junho 14, 2013
Abaixo frase postada no Facebook que diz tudo!
Aquilo que o jornalismo amestrado que patrulha a redação da grande mídia escamoteou, o site Implicante publicou. Trata-se de um excelente artigo de Flávio Morgenstern que expõe sem meias palavras o que orienta os atos terroristas que vêm ocorrendo em São Paulo, no Rio de Janeiro, Porto Alegre e outras cidades brasileiras.
Morgenstern pesquisou nas redes sociais e mostra, inclusive, facsímiles do Twitter e Facebook onde os participantes dos atos terroristas (fogo, quebra-quebra e vandalismo não é manifestação de protesto, é ato terrorista) trocam informações sobre os tipos de ações que prometem fazer.
Já vimos esse filme em passado não muito distante! Já vimos esse filme, com certeza! Não vai longe o tempo em que ocorrências dessa natureza aconteceram e se espalharam pelo Brasil afora, nos mesmos moldes que hoje vivenciamos nas duas maiores capitais do País e com tendências progressivas.